quinta-feira, 30 de abril de 2015

Não podemos encerrar o mês sem declarar o quanto você é importante...


CLÉO...



Pensando em escrever sobre você, logo percebemos que seria preciso buscar em uma fonte nobre, de palavras dignas de ti...nossa tão cara amiga!:

E então, eis que surge... Vinícius:


“... não fazemos amigos ...

R E C O N H E C E M O - N O S

(Vinicius de Moraes)


Tantos dias juntas que não poderíamos deixar de registrar expressando um pouco das marcas que você Cleonice, imprimiu em sua equipe. Caminhos de formação pessoal e profissional que movimentaram o processo contínuo de construção das identidades (uau, lição aprendida, alteridade!!!). Somos reflexo e complemento uma para com a outra em cada busca, conquista ou frustração, mas sem nunca deixar de ousar nas ações do PN. Vamos trilhando de forma tão respeitosa a diversidade de ser de cada uma, sem eximir-se de questionamentos quando preciso, de novas provocações e reflexões, possibilitando experiências únicas que nenhuma universidade tornaria possível.


E é assim que acrescentamos aos mimos e abraços ofertados à super aniversariante do mês, nosso sincero e explícito agradecimento. Sem ponto final... (somos fãs das vírgulas e reticências, já que relembramos a palavra do ano: continuidade) Adoramos comemorar seu níver uns dias depois com a participação das equipes das unidades e agora, no blog de sua criação e investimento. Fique sempre com esse imenso carinho grudadinho aí em seu coração!

E seguimos com ele,

Vinícius para você:

“O amigo: um ser que a vida não explica

Que só se vai ao ver outro nascer

E o espelho de minha alma multiplica...”



domingo, 26 de abril de 2015

Identidade e Alteridade, um olhar reflexivo





          O encontro de formação de gestores e pedagogos dos CMEIs iniciou com um momento cultural, que teve a participação da Emília e Branca de Neve (profissional do CMEI Caximba e sua filha) que realizaram contação de história  que reavivou  nossas lembranças de infância.

  



         Depois fomos convidados assistir um vídeo “Identidades Culturais” que traz reflexões muito significativas na construção da identidade  que se inicia   quando nascemos, mas está em constante formação  sendo influenciado pela cultura, pelas pessoas com as quais convivemos e pelo ambiente. Não há identidade sem alteridade. sendo assim a escola, tem papel fundamental na construção da identidade de cada criança.










          Dependendo da forma como é entendida e tratada a questão da diversidade, as instituições podem auxiliar as crianças a valorizar sua cultura, seu corpo, seu jeito de ser. Essa percepção deve fundamentar-se no princípio de que as pessoas são portadoras dos mesmos direitos. Importante planejar  propostas que tragam informações positivas sobre os povos e suas diversidades culturais, pois é  nosso papel   compreender a singularidade de cada um em seus aspectos corporais, culturais, étnico-raciais,  proporcionando  vivencias com grupos sociais que amplie os padrões de referências e identidade.   


 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O Pedagogo articulador da formação continuada


Encontro de formação é sempre um momento para ampliar o nosso olhar, e hoje não foi diferente.

         Iniciamos nosso encontro de formação com as pedagogas dos CMEIs com um momento cultural preparado pela pedagoga Tsherli do CMEI Maria Gracita que compartilhou um trabalho de pesquisa da cultura étnico racional através do blog: cmmcba.blogspot.com.br,  em especial as cantigas de ninar, que sem dúvida nos remete ao sentimento de acolhimento e  aconchego.

         Nesse segundo encontro   pudemos dar continuidade ao objetivo do anterior: ressignificar as práticas educativas na área de formação humana de Relações Naturais, só que ampliando o olhar,  tendo o pedagogo como articulador do processo formativo, figura central na criação, na organização e no desenvolvimento de espaços de reflexão e construção coletiva de conhecimentos no trabalho de formação continuada.



         Trabalhando com a concepção da rede colaborativa nossos pedagogos foram convidados a refletir e discutir com seus pares sobre sua função na retomada dos planejamentos e na elaboração de novas propostas com os profissionais, pensando em estratégias que tragam aos nossos planejamentos o caráter investigativo. Criando situações-problemas que se convertam, de fato, em momentos de aprendizagem, trazendo para estudo o que muitas vezes está oculto aos profissionais, se colocando enquanto parceiro e ajudando os professores a  refletirem sobre sua própria prática na busca de avanços. 
         Nosso objetivo maior é uma educação de qualidade para as crianças atendidas em nossas unidades, para tanto é preciso que cada um faça a sua parte a começar por nós.

         Tivemos também a socialização de práticas formativas do Pedagogo Wallace do CMEI Fani Lerner, bem como o planejamento do berçário do CMEI Jardim Paraná após a ação formativa da pedagoga Rubiane.





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A riqueza dos espaços está nas relações


Mas um encontro do Avisa Lá e como sempre recheados de inquietações que nos provocam a novas reflexões e ações, objetivando a qualificação da educação infantil que oferecemos as nossas crianças de CMEIs, CEIs e Escolas.

A busca é por um ambiente para infância que a respeite, promovendo interações, criando estruturas de oportunidades, rompendo com a lógica de criança objeto, onde nossas crianças tenham tempo e espaço para serem crianças em sua plenitude.

O foco de estudo “eu, o outro e o entorno” traz uma visão de mundo onde dimensão ambiental é indissociável da dimensão cultural sendo indispensável promover experiências que promovam interações, preservação e conhecimento da biodiversidade considerando que as crianças “só se constituirão integralmente se forem sujeitos de seus corpos e de seus movimentos nos espaços onde vivem e convivem.” (Loureiro,2006; Guimarães,2006). É preciso sair do confinamento, permitir as relações, tornar o espaço e tempo em um ambiente de aprendizagem onde as crianças se apropriem e se tornem verdadeiramente donos desse espaço e de suas decisões.


Agradecemos a Virgirnia Gastaldi pelos momentos de reflexões que enriquece nossa prática.


“ É preciso reinventar os tempos, os espaços, as rotinas das instituições de educação infantil, possibilitando que as crianças possam ter acesso à vida que está no entorno.”
                                                                                                                    Léa Tiriba



 

terça-feira, 14 de abril de 2015

Chegou a hora e a vez de Curitiba pela Educação!!!



Em 2014 o Ministério da Educação aprovou o plano nacional de educação agora cabe aos Estados e Municípios elaborarem também seus planos de educação, em consonância com o que determina o PNE (Lei 13.005/2014), nas suas 20 metas. Chegou a hora e a vez de Curitiba!!

O Plano é um documento muito importante e que definirá os rumos da educação para os próximos dez anos nas esferas pública e privada, da educação infantil a pós-graduação, ou seja, estabelecerá metas e estratégias para a política educacional para crianças, adolescentes, jovens, adultos e pessoas idosas da nossa cidade. Para que todos possam participar de forma democrática na elaboração do plano, serão realizadas pré-conferências, consulta pública virtual, consulta às crianças/estudantes e Conferência Municipal de Educação.
Importante destacar que o plano deve estar pautado na realidade educacional do município e ser passível de execução, contando com a responsabilidade compartilhada entre governos e sociedade, pautado nos princípios democráticos defendidos para a educação municipal como a democracia, o trabalho coletivo, o interesse público, a autonomia e a equidade.
A pré-conferência acontecerá de 13-04 à 17-04 no Centro de Formação Profissional da Secretaria Municipal de Educação, a consulta pública virtual no site www.educacao.curitiba.pr.gov.br\conteudo\consulta-publica-plano-municipal-de-educacao\6472  sua participação é muito importante!
            Hoje no primeiro dia de pré-conferência o eixo debatido foi Educação Infantil, visto que o Plano Nacional estabelece que:

Meta 1: universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches, de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE.

E baseado em dados do MEC-INEP-DEED- CENSO ESCOLAR- SIMEC- IBGE de 2007-2013, tabulados pela SME-Departamento de Planejamento e Informação e Assessoria Técnica-Estatística podemos traçar as primeiras preposições que serão sistematizadas pela equipe responsável, encaminhadas para deliberação e apresentadas para a votação dos delegados eleitos em cada entidade e participante da Conferência Municipal de   Educação, a realizar-se nos dias 16 e 17 de maio de 2015.
 






domingo, 12 de abril de 2015

Planejar é importante, ações são necessárias!!!

O Plano de Ação de uma organização permite o alinhamento de todas as ações propostas com foco nos objetivos e metas desejados e para  que as ações mesmo que bem intencionados não se tornem desconexas entre si  ou utópicas 



E foi nesse espirito de cooperativa  que nossas gestoras dos CMEIs tiveram nesta sexta feira 10-04 um momento em conjunto com a chefe de núcleo Michele e a equipe de pedagogas da educação infantil para  rever seu planos de ação, que neste ano  tiveram uma escrita mais autônoma, considerando-o dinâmico, elegendo as prioridades, destacando um viés pedagógico, consideraram os Parâmetros de Qualidade e envolvimento das crianças e famílias.



Retomamos a importância de uma caracterização da unidade que demonstre o contexto histórico, a realidade que está inserida, ajudando a entender o processo e auxiliando na justificativa de determinadas ações no plano.

 
O Diagnóstico levando em consideração....
Ressaltamos que a meta deve ser quantitativa, o que nos ajuda avaliar o plano pois nos ajuda mensurar se a estimativa prevista foi ou não alcançada.
Nossas gestoras sempre com um olhar as especificidades da unidade, acolhendo as famílias e tendo como objetivo maior nossas crianças não podem perder o foco, sempre com ações administrativas à favor do pedagógico, favorecendo o trabalho formativo, ampliação dos projetos institucionais e programas da rede.

Após as reflexões em grupo as gestoras tiveram atendimento individualizado para tratar das especificidade do plano de ação.